30 de setembro de 2015
Vídeo muito interessante sobre o nosso lugar no Universo
Após a sua visualização pode deixar na caixa de comentários a sua opinião sobre a existência de vida noutros planetas.
29 de janeiro de 2010
Explore os limites do Universo ao longo de 63 ordens de grandeza
Publiquei há tempos no post Dimensão relativa de células, bactérias, vírus, moléculas e átomos uma animação que mostrava a dimensão relativa de células, bactérias, vírus, moléculas e átomos.
Agora deparei-me aqui com uma outra animação que leva este exercício ainda mais longe. Com ela podemos ir desde os limites do Universo conhecido (1027 m) até ao comprimento de Planck (10-35 m), a menor dimensão com significado físico. Pode aceder à animação aqui ou directamente no sítio original. São cerca de 3MB, mas vale bem a pena. O autor, Fotoshop, está de parabéns.


8 de janeiro de 2010
Planetas e estrelas representados à escala (II)
Este vídeo, tecnicamente muito bem conseguido, mostra o tamanho relativo dos planetas do Sistema Solar, bem como entre o nosso Sol e outras estrelas verdadeiramente gigantescas.
Este assunto já foi abordado aqui no Átomo e meio nos posts:
O Universo conhecido
Todos os satélites, luas, planetas, estrelas e galáxias estão à escala e na sua correcta localização, de acordo com os dados actualmente mais correctos.
O seu tratamento é da responsabilidade de astrofísicos do Planetário Hayden, do Museu Americano de História Natural, no projecto Atlas digital do Universo.
15 de novembro de 2009
Stellarium e Celestia: Dois excelentes recursos gratuitos para astronomia
Este artigo tem por base um outro publicado logo no início do blogue e que ficou algo esquecido. Como agora também existe uma versão portátil do Celestia, resolvi actualizá-lo desenterrá-lo (obrigado pela lembrança Mathias).
Estes dois softwares de astronomia são excelentes e gratuitos.
O programa pode ser descarregado da página principal. Se pretender uma versão portátil (não necessita de instalação), pode encontrá-la aqui.
Aqui ficam algumas imagens.
Este programa tem um grande arquivo de extras, muitos dos quais especialmente dedicados ao ensino. Se pretender uma versão portátil (não necessita de instalação), pode encontrá-la aqui.
Descarregue as versões portáteis, explore os dois programas e depois diga qual a sua opinião.
13 de novembro de 2009
Ciência e Arte – 10: O centro da nossa galáxia
Créditos: NASA, ESA, SSC, CXC e STScI
[Clique na imagem para vê-la em todo o seu esplendor]
A imagem anterior foi obtida combinando imagens provenientes do Telescópio Espacial Hubble (no infravermelho próximo), do Telescópio Espacial Spitzer (no infravermelho) e do Observatório de raios-X Chandra (na gama dos raios-X). Só desta forma foi possível criar esta espantosa imagem que nos mostra, com detalhe nunca antes visto, o centro da nossa galáxia.
São visíveis vastos campos estelares, bem como densos agrupamentos de estrelas, longos filamentos de poeiras e gás, a expansão de restos de supernovas, e aquilo que é, muito provavelmente, o buraco negro do centro da nossa galáxia (vídeo). O centro da galáxia encontra-se a cerca de 27 000 anos-luz da Terra.
1 ano-luz é o mesmo que 9 460 730 472 580,8 km ou, mais facilmente, 9,5x1012 km (quase 10 milhões de milhões de quilómetros).
A imagem abaixo identifica algumas destas zonas e apresenta uma escala para que possamos ter a noção da vastidão que a imagem retrata.
2 de junho de 2009
A misteriosa Matéria Negra do Universo tem mais encanto…
Investigadores da Universidade de Coimbra (UC) desenvolveram uma nova técnica de medição do rendimento da cintilação nos detectores de gases nobres que poderá representar um "contributo importante" para a detecção da Matéria Negra do Universo.
A Matéria Negra é uma substância pouco conhecida que se pensa ter influência sobre a gravidade necessária para manter o Universo unido.
Desde há cinco anos que os investigadores trabalhavam neste estudo, que resultou agora na criação de uma técnica de medição "mais precisa e directa" do rendimento de cintilação nos detectores de gases nobres (Xénon e Árgon), um "mecanismo essencial para a detecção de Matéria Negra", anunciou hoje a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).
Desenvolvida pelo Grupo de Instrumentação Atómica e Nuclear (GIAN), da FCTUC, a investigação é encarada pelo seu coordenador, Joaquim Santos, como um "passo pequeno mas importante para se compreender o funcionamento dos detectores da Matéria Negra e obter um conhecimento mais exacto dessa matéria".
"Há 94 por cento da matéria do Universo que não é visível, daí chamar-se Matéria Negra, e que explicará como a nossa Galáxia está junta e é como é", disse à Lusa o físico.
Joaquim Santos refere que a Matéria Negra "vê-se a partir da ionização que se produz no Árgon e que o que os investigadores de Coimbra desenvolveram foi um "método simples de medir quantos fotões (quantidade de luz) são produzidos por cada electrão que é libertado no Árgon". Leia a notícia completa no Público.
Para obter mais informação, aceda a:
- sítio do Grupo de Instrumentação Atómica e Nuclear (GIAN), clicando em Investigação e depois Matéria Negra.
- Matéria Negra (Wikipédia em português)
- Matéria Negra (Wikipédia em inglês, bem mais completo)
- O mistério da matéria escura no blogue Vídeos para o Ensino da Física e da Química, do qual retirei o seguinte vídeo.
7 de abril de 2009
Is there anybody out there?
(Dr Chris Fluke, Centre for Astrophysics and Supercomputing, Swinburne University of Technology)
Esta imagem mostra-nos as 100 mil galáxias mais próximas de nós. São os nossos vizinhos. Cada um dos ponto representa uma galáxia, e a nossa, a Via Láctea, está no centro da imagem. Este é o mapa mais preciso do universo que nos rodeia. Fontes: [1] e [2]
Olhe atentamente para esta imagem que representa uma pequeníssima porção do Universo, considere depois que cada galáxia terá em média 100 mil milhões de estrelas (1011) – para ter uma ideia do número, se contasse uma dessas estrelas por segundo, sem parar, demoraria cerca de 3200 anos. A pergunta que aqui deixo é: será possível que não exista “ninguém” para além de nós?










