30 de setembro de 2015
Vídeo muito interessante sobre o nosso lugar no Universo
Após a sua visualização pode deixar na caixa de comentários a sua opinião sobre a existência de vida noutros planetas.
25 de setembro de 2014
Simulação para estudo dos estados da matéria e mudanças de estado
Aqui está a ligação para descarregar a simulação para poder usá-la offline, mas clicando na imagem abaixo pode correr a simulação desde que tenha ligação à net.
É necessário ter o Java instalado no seu computador.
20 de novembro de 2013
Simulações para estudo das estações do ano, fases da Lua e eclipses do Sol e da Lua
- Simulador de exposição solar (clique na imagem)
- Simulador do percurso do Sol na esfera celeste (clique na imagem)
- Simulador de estações do ano (clique na imagem)
- Simulador dos movimentos relativos da Lua, Terra e Sol e fases da Lua (clique na imagem)
- Simulador de fases da Lua (clique na imagem)
- Tabela de eclipses (clique na imagem)
- Simulador de eclipses do Sol e da Lua (clique na imagem) [esta pertence a outro sítio]
24 de setembro de 2013
Sim, somos filhos das estrelas
3 de novembro de 2010
Ciência e Arte – 11: Jactos no Sol
Clique para ver a imagem no máximo da resolução (2,49 MB)
Imagine um tubo tão largo como Portugal e tão longo quanto a Terra. Agora imagine que esse tubo está cheio de gás que se move a 50 000 quilómetros por hora. Imagine ainda que esse tubo não é feito de metal, mas sim um campo magnético. Se conseguiu fazê-lo, visualizou uma de uma miríade de espículas na superfície do Sol. Na imagem deste artigo pode ver uma das imagens de maior resolução que existem destas enigmáticas espículas. Adaptado daqui, onde pode obter mais informação.
22 de abril de 2010
NASA revela novas imagens do Sol
A NASA revelou as primeiras imagens do Sol captadas pelo Solar Dynamics Observatory (SDO), lançado para o espaço no passado dia 11 de Fevereiro. O SDO consegue captar imagens com uma qualidade dez vezes superior a uma televisão de alta definição e poderá esclarecer os especialistas sobre os efeitos solares no clima da Terra. Fonte
20 de abril de 2010
Mais um serviço para criar PDFs de papel milimétrico (e não só)
Já neste post - Imprima qualquer tipo de papel que precise – tinha indicado como pode utilizar serviços online para imprimir papel milimétrico (milimetrado para o outro lado do Atlântico) e não só. Os serviços criam ficheiros PDF que são descarregados para o seu computador.
Encontrei ainda outro serviço que, apesar de não ter explorado por inteiro, tem tanta ou mais qualidade do que os anteriormente indicados.
Aqui fica uma amostra de um papel milimétrico em formato A4.
Claro que a qualidade final depende da impressora de cada utilizador.
Também aqui deixo outro documento (.doc) que poderá permitir a alguns utilizadores um resultado final mais adequado.
31 de janeiro de 2010
Spirit encontra-se irremediavelmente preso nas areias de Marte
Há aproximadamente um ano publiquei aqui o post Spirit e Opportunity: Os dois robôs geólogos da NASA fazem hoje cinco anos a trabalhar em Marte. Grande eficiência!.
Agora o Spirit encontra-se irremediavelmente preso nas areias de Marte, ficando com o estatuto de plataforma estacionária de pesquisa.
Parado Desde Maio do ano passado que o robô da NASA Spirit está preso numa zona de solo esponjoso de Marte e, desde então, o centro de controlo da missão tem tentado libertá-lo, mas sem sucesso. Mais de meio ano depois, a NASA rendeu-se à imobilidade do Spirit e já anunciou que, seis anos depois de aquela sonda móvel ter aterrado em Marte (onde já percorreu um longo caminho), o robô passa à condição de estação científica fixa.
"O Spirit encontrou o que se pode chamar o pesadelo dos golfistas, a armadilha da areia. Não importa quantas tacadas se dê, não se consegue sair de lá", explicou Doug McCuistion, director do programa de exploração de Marte da NASA, citado pela BBC News, sublinhando que o Spirit "continuará, no entanto, a dar o seu contributo para a ciência".
Encalhado na areia de Marte, o robô está a ser controlado a partir de Terra para optimizar a utilização dos seus painéis solares, na posição em que está.
A partir de Abril, no entanto, com a chegada do Inverno marciano, o Spirit deverá entrar em modo de hibernação, já que a radiação solar que nessa altura chega à superfície do planeta não será suficiente para operar o robô. Se tudo correr como o esperado, só a partir de Agosto o Spirit voltará a receber a radiação solar suficiente para funcionar em pleno.
Há seis anos no Planeta Vermelho, aquela sonda registou e enviou para a Terra milhares de imagens e descobriu provas da existência de água no passado do planeta. A partir de agora colherá dados no mesmo local. Fonte: DN
Ler mais nos seguintes links:
Também esta semana no xkcd:
8 de janeiro de 2010
Planetas e estrelas representados à escala (II)
Este vídeo, tecnicamente muito bem conseguido, mostra o tamanho relativo dos planetas do Sistema Solar, bem como entre o nosso Sol e outras estrelas verdadeiramente gigantescas.
Este assunto já foi abordado aqui no Átomo e meio nos posts:
O Universo conhecido
Todos os satélites, luas, planetas, estrelas e galáxias estão à escala e na sua correcta localização, de acordo com os dados actualmente mais correctos.
O seu tratamento é da responsabilidade de astrofísicos do Planetário Hayden, do Museu Americano de História Natural, no projecto Atlas digital do Universo.
15 de novembro de 2009
Stellarium e Celestia: Dois excelentes recursos gratuitos para astronomia
Este artigo tem por base um outro publicado logo no início do blogue e que ficou algo esquecido. Como agora também existe uma versão portátil do Celestia, resolvi actualizá-lo desenterrá-lo (obrigado pela lembrança Mathias).
Estes dois softwares de astronomia são excelentes e gratuitos.
O programa pode ser descarregado da página principal. Se pretender uma versão portátil (não necessita de instalação), pode encontrá-la aqui.
Aqui ficam algumas imagens.
Este programa tem um grande arquivo de extras, muitos dos quais especialmente dedicados ao ensino. Se pretender uma versão portátil (não necessita de instalação), pode encontrá-la aqui.
Descarregue as versões portáteis, explore os dois programas e depois diga qual a sua opinião.
13 de novembro de 2009
Ciência e Arte – 10: O centro da nossa galáxia
Créditos: NASA, ESA, SSC, CXC e STScI
[Clique na imagem para vê-la em todo o seu esplendor]
A imagem anterior foi obtida combinando imagens provenientes do Telescópio Espacial Hubble (no infravermelho próximo), do Telescópio Espacial Spitzer (no infravermelho) e do Observatório de raios-X Chandra (na gama dos raios-X). Só desta forma foi possível criar esta espantosa imagem que nos mostra, com detalhe nunca antes visto, o centro da nossa galáxia.
São visíveis vastos campos estelares, bem como densos agrupamentos de estrelas, longos filamentos de poeiras e gás, a expansão de restos de supernovas, e aquilo que é, muito provavelmente, o buraco negro do centro da nossa galáxia (vídeo). O centro da galáxia encontra-se a cerca de 27 000 anos-luz da Terra.
1 ano-luz é o mesmo que 9 460 730 472 580,8 km ou, mais facilmente, 9,5x1012 km (quase 10 milhões de milhões de quilómetros).
A imagem abaixo identifica algumas destas zonas e apresenta uma escala para que possamos ter a noção da vastidão que a imagem retrata.
29 de outubro de 2009
Astrónomos descobrem o mais distante objecto jamais visto
Notícia do DN online de hoje, com adendas minhas a itálico.
Um grupo internacional de astrofísicos detectou um corpo celeste que é o mais distante e antigo registado até agora, e confirmou que as estrelas já existiam quando o universo tinha apenas 600 milhões de anos. (…)
Os artigos analisam a explosão de raios gama registada a 23 de Abril, que foi a mais distante observada até agora e corresponde à explosão da estrela mais antiga e longínqua que se conhece, uma gigante que se apagou há 13 mil milhões de anos e cujo último esplendor chegou à Terra há apenas seis meses. [O ponto vermelho no centro da imagem é a única luz que resta da estrela que implodiu. A imagem mostra um vislumbre de como era o Universo quando tinha apenas 5% da sua idade actual. Fonte]
As explosões de raios gama são dos fenómenos que mais energia libertam no universo, correspondendo à explosão de uma estrela gigante no final da sua vida, que assim esgota o seu combustível e se extingue, dando lugar a um buraco negro ou a uma estrela de neutrões. (…)
Javier Gorosabel revelou, por seu turno, que a luz da estrela que se finou viajou pelo espaço desde um tempo em que ainda não existiam nem o Sol, nem a Terra.
Alberto Fernández Soto complementou que, com isto, se comprova que há 13 mil milhões de anos já existiam estrelas, algo que até agora não passava de uma hipótese, e se conclui que "a formação dos corpos celestes foi mais rápida do que se pensava". (…)
Para proceder a estas análises, os cientistas recorreram a dados obtidos por vários telescópios colocados em diversos pontos do mundo, entre os quais o da estação espanhola BOOTES-3, situado na Nova Zelândia, e o telescópio Nazionale Galileo, operado por italianos e localizado na ilha espanhola de La Palma. [Os astrónomos utilizaram um satélite da NASA chamado Swift para encontrar as explosões de raios gama. Veja o vídeo. Fonte]
11 de outubro de 2009
Vida e morte de uma estrela: as estrelas como fábricas de elementos químicos
Estes são mais dois vídeo que vieram do blogue do Carlos Portela: Vídeos para o Ensino da Física e da Química. Mais uma vez, o meu obrigado pelo excelente trabalho desenvolvido.
Vale mesmo a pena vê-los com atenção e claro que recomendo que os estudantes interessados o façam tirando notas. Podem sempre parar o vídeo e voltar atrás. Dificilmente se aprende tudo o que têm para ensinar numa primeira visualização. Aproveitem!
O primeiro veio daqui e dele retiro o seguinte texto.
Neste episódio da série Ask an Astronomer ("Pergunta a um Astrónomo"), Michelle Thaller (ver aqui as suas publicações no ScientificCommons) explica-nos o papel fundamental da força gravítica na vida de uma estrela. Dado o papel central que essa força desempenha na evolução estelar conclui-se que um dos factores determinantes dessa evolução é a massa da estrela, nomeadamente, se a estrela termina os seus dias como anã branca, estrela de neutrões ou buraco negro.
O segundo veio daqui e aproveito o seguinte texto escrito pelo Carlos Portela.
Durante a maior parte do tempo de vida de uma estrela, esta converte, fundamentalmente, os núcleos de hidrogénio-1 (protão) em núcleos de hélio-4.
Mas, em fases posteriores, as estrelas conseguem "fabricar", por fusão nuclear, elementos mais pesados. Nas gigantes vermelhas pelo menos até ao oxigénio e nas supergigantes vermelhas até ao ferro.
Mas é no ferro que termina o caminho usual da fusão nuclear. Então de onde é que vêm os elementos mais pesados do que o ferro? Os elementos mais pesados do que o ferro são produzidos nas supernovas: explosão tremendamente energética na fase final das estrelas "grandes" (de massa superior a oito massas solares).
Neste vídeo da série de ciência Origins da PBS Nova (Science Programming on Air and Online), Neil deGrasse Tyson conta-nos a história dos elementos. São também entrevistados os astrofísicos Robert Kirshner (Universidade de Havard) e Stan Woosley (Universidade da Califórnia, Santa Cruz).
Imagem com resumo de 50 anos de exploração espacial
No 11º ano estamos a iniciar o tema da Terra à Lua. Esta imagem leva-nos ainda mais longe e resume 50 anos de exploração espacial, com a trajectória de quase 200 missões realizadas. É um trabalho lindíssimo produzido por Sean McNaughton, da National Geographic e por Samuel Velasco da 5W Infographics. Fonte.
Repare nas trajectórias realizadas para alcançar os planetas mais distantes. Primeiro passam por Vénus e novamente pela Terra, de forma a acelerar usando a atracção gravitacional destes planetas.
A resolução original é demasiado elevada para ser colocada directamente aqui, mas se clicar na imagem (recomendo) pode abrir a versão em máxima resolução ou então guardá-la no seu computador.
No 10º ano também estamos a rever alguns conceitos relacionados com o que conhecemos do Universo e das distâncias envolvidas. Assim sendo, esta imagem também permite tirar algumas conclusões, pois também permite visualizar as distâncias viajadas pelas diferentes sondas.
Para se ter uma ideia da imensidão do cosmos, a Voyager 1 (foto à direita), que foi lançada em 1977, apesar de ser o objecto construído pelo homem que mais se afastou de nós e que mais rápido viaja (17,2 km/s ou 3,6 UA/ano), só agora, 32 anos depois, atingiu os 16 mil mihões de km. Parece muito, mas fazendo uma comparação, é o mesmo que os navegadores no tempo dos descobrimentos apenas terem explorado o porto de onde saíram.
Estive a realizar uns cálculos simples (proponho que os leitores também os façam) e facilmente se conclui que, mantendo a rapidez actual, se estivesse dirigida para a Próxima de Centauro, a estrela mais próxima (a cerca de 4 anos luz) ,apenas lá chegaria daqui a cerca de 70 000 anos!!!
Temos mesmo que descobrir métodos mais rápidos de transporte.
Aproveito para fazer referência ao disco que as duas Voyager transportam e que fornece indicações da nossa localização e da nossa história (Lista dos conteúdos). Servirão para um eventual encontro com uma civilização extraterrestre, ou com futuros humanos. São as nossas embaixadoras e servem como uma cápsula do tempo.
29 de setembro de 2009
Vídeos com técnicas de separação (e não só) utilizadas em Química
No post Vídeos demonstrativos de técnicas utilizadas em química, já tinha indicado onde podem encontrar vários vídeos produzidos pelo MIT, relativos a técnicas de separação, mas também a modos de proceder e de utilizar o material que existe num laboratório de Química. Estas são algumas das técnicas demonstradas nesses vídeos:
- Técnicas volumétricas
- Titulação
- Cromatografia em coluna e de camada fina
- Técnicas de purificação
- Filtração
- Sublimação
- Recristalização
- Utilização de uma balança
- Determinação do ponto de fusão
- Utilização de uma pipeta automática
- Tampões e medidores de pH
- Destilação simples, fraccionada e em vácuo
Estes vídeos, ainda que algo avançados e em inglês, podem ser um excelente recurso para demonstração de alguma técnica ou para um aluno analisar antes de uma aula experimental.
Agora encontrei estes que estão em português e que apenas dizem respeito a algumas técnicas de separação. São bem menos completos do que os do MIT, mas podem ser uma ajuda para quem está menos à vontade com o inglês.
Destilação
Decantação e Filtração
Decantação
Este está em inglês, mas mostra bem a separação entre as fases durante a centrifugação.
24 de setembro de 2009
Calendário cósmico
Hoje, numa aula do 10º ano, dei por mim a falar do calendário cósmico. Senti necessidade de refrescar a memória e de mostrar melhor aos alunos aquilo a que me referia.
O Calendário Cósmico comprime toda a história do Universo em somente 1 ano. Foi popularizada por Carl Sagan no seu livro Os Dragões do Éden e na série para televisão Cosmos, que o próprio apresentou (recomendo ambos).
No dia 1 de Janeiro sucede o Big Bang e à meia-noite do dia 31 de Dezembro está o dia presente, o exacto momento em que o leitor está a ler este texto. Nesta escala, 1 mês vale cerca de mil milhões de anos; e uma vida humana média (75 anos) equivale a um milionésimo de segundo! Mais aqui.
(clique sobre a imagem para a ampliarem)
1 de Janeiro: Big Bang!
1 de Março: nascimento da Via Láctea.
1 de Agosto: nascimento do Sistema Solar.
1 de Setembro: aparecimento da vida (unicelular) na Terra.
1 de Novembro: aparecimento da vida multicelular.
15 de Dezembro: Big Bang Biológico. A Explosão Câmbrica deu origem à diversidade de vida que vemos actualmente.
18 de Dezembro: aparecimento das primeiras plantas.
21 de Dezembro: os primeiros insectos começam a dominar o mundo.
24 de Dezembro: aparecimento dos dinossauros.
25 de Dezembro: aparecimento dos mamíferos.
27 de Dezembro: aparecimento dos pássaros.
29 de Dezembro: um asteróide arrasa com o domínio dos dinossauros.
31 de Dezembro – 10 da manhã: aparecimento dos macacos.
31 de Dezembro – 21 horas: aparecimento dos hominídeos.
31 de Dezembro – 23h54m: aparecimento do homem moderno.
31 de Dezembro – 23h59m45s: invenção da escrita.
31 de Dezembro – 23h59m50s: as pirâmides são construídas no Egipto.
31 de Dezembro – 23h59m54s: nascimento de Cristo.
31 de Dezembro – 23h59m58s: Cruzadas!
31 de Dezembro – 23h59m59s: Pedro Álvares Cabral chega ao Brasil! Renascimento!
Fonte: O post Cosmos de Carl Sagan (no astroPT).
O vídeo que se segue faz parte da série Cosmos e nele Carl Sagan explica o calendário cósmico. Se preferir tem abaixo o mesmo vídeo legendado em português brasileiro (atenção que o bilhão que surge nas legendas corresponde a mil milhões), mas com pior qualidade de imagem.
Nesta segunda versão do Calendário Cósmico, Carl Sagan explora o tema da origem e desenvolvimento da vida:
Espantoso não é?
22 de setembro de 2009
Chegou o Outono (ou a Primavera)
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De acordo com o Observatório Astronómico de Lisboa:
Este ano o Equinócio ocorre no dia 22 de Setembro às 22h19m. Este instante marca o início do Outono no Hemisfério Norte. Esta estação prolonga-se por 89,79 dias até ao próximo Solstício que ocorre no dia 21 de Dezembro às 17h47m.
"Vai-te ao longo da costa discorrendo,
e outra terra acharás de mais verdade,
lá quase junto donde o Sol ardendo
iguala o dia e noite em quantidade."
Lus.,II,63.Equinócio: instante em que o Sol, no seu movimento anual aparente, corta o equador celeste. A palavra de origem latina significa "noite igual ao dia", pois nestas datas dia e noite têm igual duração.
Solstícios: pontos da eclíptica em que o Sol atinge as posições máxima e mínima de altura em relação ao equador, isto é, pontos em que a declinação do Sol atinge extremos: máxima no solstício de Verão e mínima no solstício de Inverno. Fonte
Veja o post Chegou o Verão (ou o Inverno), que contém um vídeo que explica bem o que determina a alternância das estações do ano.
15 de setembro de 2009
A Nebulosa Crescente: NGC 6888
Esta é a APOD de hoje:
Crédito e Direitos de autor: Daniel López, IAC
Cliquem na imagem para a poderem ver com maior resolução.
A NGC 6888, também conhecida como a Nebulosa Crescente, é uma bolha cósmica com cerca de 25 anos-luz de extensão, que se formou devido aos ventos originados pela estrela brilhante e massiva que está no seu centro. Esta lindíssima imagem foi obtida pelo Telescópio Isaac Newton no Observatório Roque de los Muchachos, nas Ilhas Canárias.
Pode ver aqui outra imagem espectacular de uma nebulosa, com uma explicação da origem das cores que se vêm na imagem (claro que estão relacionadas com o espectro dos átomos).
A estrela central está a perder a sua camada exterior, originando um forte vento estelar, ejectando uma massa equivalente à do Sol, a cada 10 000 anos. A interacção deste vento estelar com o material anteriormente libertado cria a estrutura complexa que se observa. Queimando o seu combustível a um ritmo extraordinário e perto do fim do seu ciclo de vida, esta estrela deverá acabar com uma espantosa explosão (supernova).
Está situada na constelação do Cisne (muito rica em nebulosas) e a cerca de 5 000 anos-luz de distância.
3 de julho de 2009
Amanhã o Sol estará no afélio
Recentemente publiquei um post - Chegou o Verão (ou o Inverno) - sobre a chegada do Verão e a razão da existência das estações do ano (recomendo que o siga para se contextualizar).
O afélio deste ano (ponto da órbita elíptica terrestre em que a Terra está mais afastada do Sol) ocorrerá amanhã, 4 de Julho. Veremos então o Sol com o seu menor tamanho aparente.
A APOD de hoje mostra-nos a diferença com que é possível observar o Sol no afélio e no periélio (ponto da órbita elíptica terrestre em que a Terra está mais perto do Sol).
Autor: Enrique Luque Cervigón
Esta imagem é composta por duas fotografias do Sol tiradas com o mesmo telescópio e câmara, no periélio e afélio de 2008. Também nos mostra a distância em quilómetros a que a Terra está do Sol nessas datas.
De outra forma difícil de constatar, na imagem é clara a diferença entre o diâmetro aparente do Sol entre o afélio e o periélio: pouco mais de 3%.
























