30 de setembro de 2015
Vídeo muito interessante sobre o nosso lugar no Universo
Após a sua visualização pode deixar na caixa de comentários a sua opinião sobre a existência de vida noutros planetas.
20 de novembro de 2013
Simulações para estudo das estações do ano, fases da Lua e eclipses do Sol e da Lua
- Simulador de exposição solar (clique na imagem)
- Simulador do percurso do Sol na esfera celeste (clique na imagem)
- Simulador de estações do ano (clique na imagem)
- Simulador dos movimentos relativos da Lua, Terra e Sol e fases da Lua (clique na imagem)
- Simulador de fases da Lua (clique na imagem)
- Tabela de eclipses (clique na imagem)
- Simulador de eclipses do Sol e da Lua (clique na imagem) [esta pertence a outro sítio]
24 de setembro de 2013
Sim, somos filhos das estrelas
3 de novembro de 2010
Ciência e Arte – 11: Jactos no Sol
Clique para ver a imagem no máximo da resolução (2,49 MB)
Imagine um tubo tão largo como Portugal e tão longo quanto a Terra. Agora imagine que esse tubo está cheio de gás que se move a 50 000 quilómetros por hora. Imagine ainda que esse tubo não é feito de metal, mas sim um campo magnético. Se conseguiu fazê-lo, visualizou uma de uma miríade de espículas na superfície do Sol. Na imagem deste artigo pode ver uma das imagens de maior resolução que existem destas enigmáticas espículas. Adaptado daqui, onde pode obter mais informação.
22 de abril de 2010
NASA revela novas imagens do Sol
A NASA revelou as primeiras imagens do Sol captadas pelo Solar Dynamics Observatory (SDO), lançado para o espaço no passado dia 11 de Fevereiro. O SDO consegue captar imagens com uma qualidade dez vezes superior a uma televisão de alta definição e poderá esclarecer os especialistas sobre os efeitos solares no clima da Terra. Fonte
31 de janeiro de 2010
Spirit encontra-se irremediavelmente preso nas areias de Marte
Há aproximadamente um ano publiquei aqui o post Spirit e Opportunity: Os dois robôs geólogos da NASA fazem hoje cinco anos a trabalhar em Marte. Grande eficiência!.
Agora o Spirit encontra-se irremediavelmente preso nas areias de Marte, ficando com o estatuto de plataforma estacionária de pesquisa.
Parado Desde Maio do ano passado que o robô da NASA Spirit está preso numa zona de solo esponjoso de Marte e, desde então, o centro de controlo da missão tem tentado libertá-lo, mas sem sucesso. Mais de meio ano depois, a NASA rendeu-se à imobilidade do Spirit e já anunciou que, seis anos depois de aquela sonda móvel ter aterrado em Marte (onde já percorreu um longo caminho), o robô passa à condição de estação científica fixa.
"O Spirit encontrou o que se pode chamar o pesadelo dos golfistas, a armadilha da areia. Não importa quantas tacadas se dê, não se consegue sair de lá", explicou Doug McCuistion, director do programa de exploração de Marte da NASA, citado pela BBC News, sublinhando que o Spirit "continuará, no entanto, a dar o seu contributo para a ciência".
Encalhado na areia de Marte, o robô está a ser controlado a partir de Terra para optimizar a utilização dos seus painéis solares, na posição em que está.
A partir de Abril, no entanto, com a chegada do Inverno marciano, o Spirit deverá entrar em modo de hibernação, já que a radiação solar que nessa altura chega à superfície do planeta não será suficiente para operar o robô. Se tudo correr como o esperado, só a partir de Agosto o Spirit voltará a receber a radiação solar suficiente para funcionar em pleno.
Há seis anos no Planeta Vermelho, aquela sonda registou e enviou para a Terra milhares de imagens e descobriu provas da existência de água no passado do planeta. A partir de agora colherá dados no mesmo local. Fonte: DN
Ler mais nos seguintes links:
Também esta semana no xkcd:
8 de janeiro de 2010
Planetas e estrelas representados à escala (II)
Este vídeo, tecnicamente muito bem conseguido, mostra o tamanho relativo dos planetas do Sistema Solar, bem como entre o nosso Sol e outras estrelas verdadeiramente gigantescas.
Este assunto já foi abordado aqui no Átomo e meio nos posts:
O Universo conhecido
Todos os satélites, luas, planetas, estrelas e galáxias estão à escala e na sua correcta localização, de acordo com os dados actualmente mais correctos.
O seu tratamento é da responsabilidade de astrofísicos do Planetário Hayden, do Museu Americano de História Natural, no projecto Atlas digital do Universo.
15 de novembro de 2009
Stellarium e Celestia: Dois excelentes recursos gratuitos para astronomia
Este artigo tem por base um outro publicado logo no início do blogue e que ficou algo esquecido. Como agora também existe uma versão portátil do Celestia, resolvi actualizá-lo desenterrá-lo (obrigado pela lembrança Mathias).
Estes dois softwares de astronomia são excelentes e gratuitos.
O programa pode ser descarregado da página principal. Se pretender uma versão portátil (não necessita de instalação), pode encontrá-la aqui.
Aqui ficam algumas imagens.
Este programa tem um grande arquivo de extras, muitos dos quais especialmente dedicados ao ensino. Se pretender uma versão portátil (não necessita de instalação), pode encontrá-la aqui.
Descarregue as versões portáteis, explore os dois programas e depois diga qual a sua opinião.
13 de novembro de 2009
Ciência e Arte – 10: O centro da nossa galáxia
Créditos: NASA, ESA, SSC, CXC e STScI
[Clique na imagem para vê-la em todo o seu esplendor]
A imagem anterior foi obtida combinando imagens provenientes do Telescópio Espacial Hubble (no infravermelho próximo), do Telescópio Espacial Spitzer (no infravermelho) e do Observatório de raios-X Chandra (na gama dos raios-X). Só desta forma foi possível criar esta espantosa imagem que nos mostra, com detalhe nunca antes visto, o centro da nossa galáxia.
São visíveis vastos campos estelares, bem como densos agrupamentos de estrelas, longos filamentos de poeiras e gás, a expansão de restos de supernovas, e aquilo que é, muito provavelmente, o buraco negro do centro da nossa galáxia (vídeo). O centro da galáxia encontra-se a cerca de 27 000 anos-luz da Terra.
1 ano-luz é o mesmo que 9 460 730 472 580,8 km ou, mais facilmente, 9,5x1012 km (quase 10 milhões de milhões de quilómetros).
A imagem abaixo identifica algumas destas zonas e apresenta uma escala para que possamos ter a noção da vastidão que a imagem retrata.
29 de outubro de 2009
Astrónomos descobrem o mais distante objecto jamais visto
Notícia do DN online de hoje, com adendas minhas a itálico.
Um grupo internacional de astrofísicos detectou um corpo celeste que é o mais distante e antigo registado até agora, e confirmou que as estrelas já existiam quando o universo tinha apenas 600 milhões de anos. (…)
Os artigos analisam a explosão de raios gama registada a 23 de Abril, que foi a mais distante observada até agora e corresponde à explosão da estrela mais antiga e longínqua que se conhece, uma gigante que se apagou há 13 mil milhões de anos e cujo último esplendor chegou à Terra há apenas seis meses. [O ponto vermelho no centro da imagem é a única luz que resta da estrela que implodiu. A imagem mostra um vislumbre de como era o Universo quando tinha apenas 5% da sua idade actual. Fonte]
As explosões de raios gama são dos fenómenos que mais energia libertam no universo, correspondendo à explosão de uma estrela gigante no final da sua vida, que assim esgota o seu combustível e se extingue, dando lugar a um buraco negro ou a uma estrela de neutrões. (…)
Javier Gorosabel revelou, por seu turno, que a luz da estrela que se finou viajou pelo espaço desde um tempo em que ainda não existiam nem o Sol, nem a Terra.
Alberto Fernández Soto complementou que, com isto, se comprova que há 13 mil milhões de anos já existiam estrelas, algo que até agora não passava de uma hipótese, e se conclui que "a formação dos corpos celestes foi mais rápida do que se pensava". (…)
Para proceder a estas análises, os cientistas recorreram a dados obtidos por vários telescópios colocados em diversos pontos do mundo, entre os quais o da estação espanhola BOOTES-3, situado na Nova Zelândia, e o telescópio Nazionale Galileo, operado por italianos e localizado na ilha espanhola de La Palma. [Os astrónomos utilizaram um satélite da NASA chamado Swift para encontrar as explosões de raios gama. Veja o vídeo. Fonte]
19 de outubro de 2009
Observação astronómica no Observatório Astronómico de Lisboa (23 e 24 de Outubro)
Informação que recebi hoje do Observatório Astronómico de Lisboa:
Observatório Astronómico de Lisboa
Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa
Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Ano Internacional da Astronomia 2009 - E Agora Eu Sou Galileu
O OAL, no âmbito da iniciativa "E Agora Eu Sou Galileu" vai realizar várias observações ao longo do ano de 2009. Coincidentes com o projecto global "Noites de Galileu", as próximas observações serão dedicadas à participação nesta iniciativa do AIA 2009. Estas decorrerão nos dias 23 e 24 de Outubro e terão lugar no Edifício Central, entre as 21:00 e as 23:30.
Nesta sessão serão realizadas observações (acompanhadas por palestra) com telescópio do planeta Júpiter e das suas luas.
Serão ainda observadas estrelas, enxames e nebulosas da Via Láctea. Esta sessão visa a sensibilização sobre o impacto das observações de Galileu para a Astronomia e a Ciência em geral.
A observação será precedida de uma visita ao Observatório com início às 20:00.
Notas:
1- As visitas ao Observatório e as palestras realizar-se-ão mesmo no caso de as condições meteorológicas não permitirem a realização de observações.
2- É aconselhável o uso de roupa quente e confortável.
A entrada na Tapada da Ajuda faz-se pelo portão da Calçada da Tapada, em frente ao Instituto Superior de Agronomia.
11 de outubro de 2009
Vida e morte de uma estrela: as estrelas como fábricas de elementos químicos
Estes são mais dois vídeo que vieram do blogue do Carlos Portela: Vídeos para o Ensino da Física e da Química. Mais uma vez, o meu obrigado pelo excelente trabalho desenvolvido.
Vale mesmo a pena vê-los com atenção e claro que recomendo que os estudantes interessados o façam tirando notas. Podem sempre parar o vídeo e voltar atrás. Dificilmente se aprende tudo o que têm para ensinar numa primeira visualização. Aproveitem!
O primeiro veio daqui e dele retiro o seguinte texto.
Neste episódio da série Ask an Astronomer ("Pergunta a um Astrónomo"), Michelle Thaller (ver aqui as suas publicações no ScientificCommons) explica-nos o papel fundamental da força gravítica na vida de uma estrela. Dado o papel central que essa força desempenha na evolução estelar conclui-se que um dos factores determinantes dessa evolução é a massa da estrela, nomeadamente, se a estrela termina os seus dias como anã branca, estrela de neutrões ou buraco negro.
O segundo veio daqui e aproveito o seguinte texto escrito pelo Carlos Portela.
Durante a maior parte do tempo de vida de uma estrela, esta converte, fundamentalmente, os núcleos de hidrogénio-1 (protão) em núcleos de hélio-4.
Mas, em fases posteriores, as estrelas conseguem "fabricar", por fusão nuclear, elementos mais pesados. Nas gigantes vermelhas pelo menos até ao oxigénio e nas supergigantes vermelhas até ao ferro.
Mas é no ferro que termina o caminho usual da fusão nuclear. Então de onde é que vêm os elementos mais pesados do que o ferro? Os elementos mais pesados do que o ferro são produzidos nas supernovas: explosão tremendamente energética na fase final das estrelas "grandes" (de massa superior a oito massas solares).
Neste vídeo da série de ciência Origins da PBS Nova (Science Programming on Air and Online), Neil deGrasse Tyson conta-nos a história dos elementos. São também entrevistados os astrofísicos Robert Kirshner (Universidade de Havard) e Stan Woosley (Universidade da Califórnia, Santa Cruz).
24 de setembro de 2009
Calendário cósmico
Hoje, numa aula do 10º ano, dei por mim a falar do calendário cósmico. Senti necessidade de refrescar a memória e de mostrar melhor aos alunos aquilo a que me referia.
O Calendário Cósmico comprime toda a história do Universo em somente 1 ano. Foi popularizada por Carl Sagan no seu livro Os Dragões do Éden e na série para televisão Cosmos, que o próprio apresentou (recomendo ambos).
No dia 1 de Janeiro sucede o Big Bang e à meia-noite do dia 31 de Dezembro está o dia presente, o exacto momento em que o leitor está a ler este texto. Nesta escala, 1 mês vale cerca de mil milhões de anos; e uma vida humana média (75 anos) equivale a um milionésimo de segundo! Mais aqui.
(clique sobre a imagem para a ampliarem)
1 de Janeiro: Big Bang!
1 de Março: nascimento da Via Láctea.
1 de Agosto: nascimento do Sistema Solar.
1 de Setembro: aparecimento da vida (unicelular) na Terra.
1 de Novembro: aparecimento da vida multicelular.
15 de Dezembro: Big Bang Biológico. A Explosão Câmbrica deu origem à diversidade de vida que vemos actualmente.
18 de Dezembro: aparecimento das primeiras plantas.
21 de Dezembro: os primeiros insectos começam a dominar o mundo.
24 de Dezembro: aparecimento dos dinossauros.
25 de Dezembro: aparecimento dos mamíferos.
27 de Dezembro: aparecimento dos pássaros.
29 de Dezembro: um asteróide arrasa com o domínio dos dinossauros.
31 de Dezembro – 10 da manhã: aparecimento dos macacos.
31 de Dezembro – 21 horas: aparecimento dos hominídeos.
31 de Dezembro – 23h54m: aparecimento do homem moderno.
31 de Dezembro – 23h59m45s: invenção da escrita.
31 de Dezembro – 23h59m50s: as pirâmides são construídas no Egipto.
31 de Dezembro – 23h59m54s: nascimento de Cristo.
31 de Dezembro – 23h59m58s: Cruzadas!
31 de Dezembro – 23h59m59s: Pedro Álvares Cabral chega ao Brasil! Renascimento!
Fonte: O post Cosmos de Carl Sagan (no astroPT).
O vídeo que se segue faz parte da série Cosmos e nele Carl Sagan explica o calendário cósmico. Se preferir tem abaixo o mesmo vídeo legendado em português brasileiro (atenção que o bilhão que surge nas legendas corresponde a mil milhões), mas com pior qualidade de imagem.
Nesta segunda versão do Calendário Cósmico, Carl Sagan explora o tema da origem e desenvolvimento da vida:
Espantoso não é?
22 de setembro de 2009
Chegou o Outono (ou a Primavera)
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De acordo com o Observatório Astronómico de Lisboa:
Este ano o Equinócio ocorre no dia 22 de Setembro às 22h19m. Este instante marca o início do Outono no Hemisfério Norte. Esta estação prolonga-se por 89,79 dias até ao próximo Solstício que ocorre no dia 21 de Dezembro às 17h47m.
"Vai-te ao longo da costa discorrendo,
e outra terra acharás de mais verdade,
lá quase junto donde o Sol ardendo
iguala o dia e noite em quantidade."
Lus.,II,63.Equinócio: instante em que o Sol, no seu movimento anual aparente, corta o equador celeste. A palavra de origem latina significa "noite igual ao dia", pois nestas datas dia e noite têm igual duração.
Solstícios: pontos da eclíptica em que o Sol atinge as posições máxima e mínima de altura em relação ao equador, isto é, pontos em que a declinação do Sol atinge extremos: máxima no solstício de Verão e mínima no solstício de Inverno. Fonte
Veja o post Chegou o Verão (ou o Inverno), que contém um vídeo que explica bem o que determina a alternância das estações do ano.
15 de setembro de 2009
Observação astronómica no Observatório Astronómico de Lisboa (19 de Setembro)
Informação que recebi hoje do Observatório Astronómico de Lisboa:
Observatório Astronómico de Lisboa
Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa
Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Ano Internacional da Astronomia 2009 - E Agora Eu Sou Galileu
O OAL, no âmbito da iniciativa "E Agora Eu Sou Galileu" vai realizar várias observações ao longo do ano de 2009. A próxima destas observações decorrerá no dia 19 de Setembro e terá lugar no Edifício Central, entre as 21:30 e as 23:00.
Nesta sessão serão realizadas observações com telescópio do planeta Júpiter e das suas luas.
Serão ainda observadas estrelas, enxames e nebulosas da Via Láctea. Esta sessão visa a sensibilização sobre o impacto das observações de Galileu para a Astronomia e a Ciência em geral.
A observação será precedida de uma visita ao Observatório com início às 20:30.
A entrada na Tapada da Ajuda faz-se pelo portão da Calçada da Tapada, em frente ao Instituto Superior de Agronomia.
A Nebulosa Crescente: NGC 6888
Esta é a APOD de hoje:
Crédito e Direitos de autor: Daniel López, IAC
Cliquem na imagem para a poderem ver com maior resolução.
A NGC 6888, também conhecida como a Nebulosa Crescente, é uma bolha cósmica com cerca de 25 anos-luz de extensão, que se formou devido aos ventos originados pela estrela brilhante e massiva que está no seu centro. Esta lindíssima imagem foi obtida pelo Telescópio Isaac Newton no Observatório Roque de los Muchachos, nas Ilhas Canárias.
Pode ver aqui outra imagem espectacular de uma nebulosa, com uma explicação da origem das cores que se vêm na imagem (claro que estão relacionadas com o espectro dos átomos).
A estrela central está a perder a sua camada exterior, originando um forte vento estelar, ejectando uma massa equivalente à do Sol, a cada 10 000 anos. A interacção deste vento estelar com o material anteriormente libertado cria a estrutura complexa que se observa. Queimando o seu combustível a um ritmo extraordinário e perto do fim do seu ciclo de vida, esta estrela deverá acabar com uma espantosa explosão (supernova).
Está situada na constelação do Cisne (muito rica em nebulosas) e a cerca de 5 000 anos-luz de distância.
20 de julho de 2009
Faça uma visita guiada à Lua com o Google Earth
Encontrei aqui, no Peopleware, uma excelente dica para utilizar o Google Earth de forma a poder fazer uma visita guiada à Lua, tendo como guias o segundo homem na Lua – Buzz Aldrin e o astronauta da Apollo 17 Harrison Schmitt.
A versão 5 do Google Earth permite fazer uma visita virtual em três dimensões à Lua. Basta aceder ao modo Lua clicando no ícone de Saturno na barra de ferramentas.
Já estive a experimentar e é um recurso extraordinário. Pode-se passar horas a explorá-lo.
Aqui ficam algumas imagens:
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As duas primeiras foram capturadas por mim e as duas últimas vieram do post do Peopleware que referi acima.
Pode obter aqui o Google Earth 5 (9.83MB). É gratuito e funciona em Windows, Mac e Linux.
O maior acontecimento do mundo: A descida do Homem na Lua
Achei interessante esta imagem da primeira página do Diário de Notícias de há 40 anos. Encontrei-a aqui, no astroPT.
No DN de hoje pode ler "Um pequeno passo para um homem, um salto gigantesco para a humanidade".
No Público de hoje pode ler Como Nixon ganhou a Lua e também 40 anos da chegada do homem à Lua: Até onde será possível ir?
A pegada mais importante de sempre faz hoje 40 anos
Faz hoje 40 anos que pela primeira vez um ser humano pisou outro corpo celeste. As pegadas que os astronautas deixaram na Lua ainda lá se encontram, décadas depois, a 380 000 km de distância. A pegada da imagem não será da missão Apollo 11, mas isso não é relevante.
Visite esta página da NASA para ver uns vídeos que contam toda a história.
Espero mais tarde ter tempo para voltar a este assunto e também pretendo publicar algo para os que acreditam que tudo isto não passou da maior mentira do século.






















