30 de setembro de 2015
Vídeo muito interessante sobre o nosso lugar no Universo
Após a sua visualização pode deixar na caixa de comentários a sua opinião sobre a existência de vida noutros planetas.
24 de setembro de 2013
Sim, somos filhos das estrelas
3 de novembro de 2010
Ciência e Arte – 11: Jactos no Sol
Clique para ver a imagem no máximo da resolução (2,49 MB)
Imagine um tubo tão largo como Portugal e tão longo quanto a Terra. Agora imagine que esse tubo está cheio de gás que se move a 50 000 quilómetros por hora. Imagine ainda que esse tubo não é feito de metal, mas sim um campo magnético. Se conseguiu fazê-lo, visualizou uma de uma miríade de espículas na superfície do Sol. Na imagem deste artigo pode ver uma das imagens de maior resolução que existem destas enigmáticas espículas. Adaptado daqui, onde pode obter mais informação.
22 de abril de 2010
NASA revela novas imagens do Sol
A NASA revelou as primeiras imagens do Sol captadas pelo Solar Dynamics Observatory (SDO), lançado para o espaço no passado dia 11 de Fevereiro. O SDO consegue captar imagens com uma qualidade dez vezes superior a uma televisão de alta definição e poderá esclarecer os especialistas sobre os efeitos solares no clima da Terra. Fonte
8 de janeiro de 2010
Planetas e estrelas representados à escala (II)
Este vídeo, tecnicamente muito bem conseguido, mostra o tamanho relativo dos planetas do Sistema Solar, bem como entre o nosso Sol e outras estrelas verdadeiramente gigantescas.
Este assunto já foi abordado aqui no Átomo e meio nos posts:
O Universo conhecido
Todos os satélites, luas, planetas, estrelas e galáxias estão à escala e na sua correcta localização, de acordo com os dados actualmente mais correctos.
O seu tratamento é da responsabilidade de astrofísicos do Planetário Hayden, do Museu Americano de História Natural, no projecto Atlas digital do Universo.
15 de novembro de 2009
Stellarium e Celestia: Dois excelentes recursos gratuitos para astronomia
Este artigo tem por base um outro publicado logo no início do blogue e que ficou algo esquecido. Como agora também existe uma versão portátil do Celestia, resolvi actualizá-lo desenterrá-lo (obrigado pela lembrança Mathias).
Estes dois softwares de astronomia são excelentes e gratuitos.
O programa pode ser descarregado da página principal. Se pretender uma versão portátil (não necessita de instalação), pode encontrá-la aqui.
Aqui ficam algumas imagens.
Este programa tem um grande arquivo de extras, muitos dos quais especialmente dedicados ao ensino. Se pretender uma versão portátil (não necessita de instalação), pode encontrá-la aqui.
Descarregue as versões portáteis, explore os dois programas e depois diga qual a sua opinião.
29 de outubro de 2009
Astrónomos descobrem o mais distante objecto jamais visto
Notícia do DN online de hoje, com adendas minhas a itálico.
Um grupo internacional de astrofísicos detectou um corpo celeste que é o mais distante e antigo registado até agora, e confirmou que as estrelas já existiam quando o universo tinha apenas 600 milhões de anos. (…)
Os artigos analisam a explosão de raios gama registada a 23 de Abril, que foi a mais distante observada até agora e corresponde à explosão da estrela mais antiga e longínqua que se conhece, uma gigante que se apagou há 13 mil milhões de anos e cujo último esplendor chegou à Terra há apenas seis meses. [O ponto vermelho no centro da imagem é a única luz que resta da estrela que implodiu. A imagem mostra um vislumbre de como era o Universo quando tinha apenas 5% da sua idade actual. Fonte]
As explosões de raios gama são dos fenómenos que mais energia libertam no universo, correspondendo à explosão de uma estrela gigante no final da sua vida, que assim esgota o seu combustível e se extingue, dando lugar a um buraco negro ou a uma estrela de neutrões. (…)
Javier Gorosabel revelou, por seu turno, que a luz da estrela que se finou viajou pelo espaço desde um tempo em que ainda não existiam nem o Sol, nem a Terra.
Alberto Fernández Soto complementou que, com isto, se comprova que há 13 mil milhões de anos já existiam estrelas, algo que até agora não passava de uma hipótese, e se conclui que "a formação dos corpos celestes foi mais rápida do que se pensava". (…)
Para proceder a estas análises, os cientistas recorreram a dados obtidos por vários telescópios colocados em diversos pontos do mundo, entre os quais o da estação espanhola BOOTES-3, situado na Nova Zelândia, e o telescópio Nazionale Galileo, operado por italianos e localizado na ilha espanhola de La Palma. [Os astrónomos utilizaram um satélite da NASA chamado Swift para encontrar as explosões de raios gama. Veja o vídeo. Fonte]
11 de outubro de 2009
Vida e morte de uma estrela: as estrelas como fábricas de elementos químicos
Estes são mais dois vídeo que vieram do blogue do Carlos Portela: Vídeos para o Ensino da Física e da Química. Mais uma vez, o meu obrigado pelo excelente trabalho desenvolvido.
Vale mesmo a pena vê-los com atenção e claro que recomendo que os estudantes interessados o façam tirando notas. Podem sempre parar o vídeo e voltar atrás. Dificilmente se aprende tudo o que têm para ensinar numa primeira visualização. Aproveitem!
O primeiro veio daqui e dele retiro o seguinte texto.
Neste episódio da série Ask an Astronomer ("Pergunta a um Astrónomo"), Michelle Thaller (ver aqui as suas publicações no ScientificCommons) explica-nos o papel fundamental da força gravítica na vida de uma estrela. Dado o papel central que essa força desempenha na evolução estelar conclui-se que um dos factores determinantes dessa evolução é a massa da estrela, nomeadamente, se a estrela termina os seus dias como anã branca, estrela de neutrões ou buraco negro.
O segundo veio daqui e aproveito o seguinte texto escrito pelo Carlos Portela.
Durante a maior parte do tempo de vida de uma estrela, esta converte, fundamentalmente, os núcleos de hidrogénio-1 (protão) em núcleos de hélio-4.
Mas, em fases posteriores, as estrelas conseguem "fabricar", por fusão nuclear, elementos mais pesados. Nas gigantes vermelhas pelo menos até ao oxigénio e nas supergigantes vermelhas até ao ferro.
Mas é no ferro que termina o caminho usual da fusão nuclear. Então de onde é que vêm os elementos mais pesados do que o ferro? Os elementos mais pesados do que o ferro são produzidos nas supernovas: explosão tremendamente energética na fase final das estrelas "grandes" (de massa superior a oito massas solares).
Neste vídeo da série de ciência Origins da PBS Nova (Science Programming on Air and Online), Neil deGrasse Tyson conta-nos a história dos elementos. São também entrevistados os astrofísicos Robert Kirshner (Universidade de Havard) e Stan Woosley (Universidade da Califórnia, Santa Cruz).
15 de setembro de 2009
A Nebulosa Crescente: NGC 6888
Esta é a APOD de hoje:
Crédito e Direitos de autor: Daniel López, IAC
Cliquem na imagem para a poderem ver com maior resolução.
A NGC 6888, também conhecida como a Nebulosa Crescente, é uma bolha cósmica com cerca de 25 anos-luz de extensão, que se formou devido aos ventos originados pela estrela brilhante e massiva que está no seu centro. Esta lindíssima imagem foi obtida pelo Telescópio Isaac Newton no Observatório Roque de los Muchachos, nas Ilhas Canárias.
Pode ver aqui outra imagem espectacular de uma nebulosa, com uma explicação da origem das cores que se vêm na imagem (claro que estão relacionadas com o espectro dos átomos).
A estrela central está a perder a sua camada exterior, originando um forte vento estelar, ejectando uma massa equivalente à do Sol, a cada 10 000 anos. A interacção deste vento estelar com o material anteriormente libertado cria a estrutura complexa que se observa. Queimando o seu combustível a um ritmo extraordinário e perto do fim do seu ciclo de vida, esta estrela deverá acabar com uma espantosa explosão (supernova).
Está situada na constelação do Cisne (muito rica em nebulosas) e a cerca de 5 000 anos-luz de distância.
4 de maio de 2009
Ciência e Arte - 4
“No coração da Nebulosa da Tarântula”
(ESA, NASA, ESO, & Danny LaCrue)
No coração da Nebulosa da Tarântula (situada a 170 mil anos-luz de distância da Terra), jazem gigantescas bolhas de gás a altas energias, longos filamentos de poeira e estrelas invulgarmente massivas. No centro está um novelo de estrelas tão denso que já chegou a ser considerado uma única estrela. Este agrupamento de estrelas, denominado R136 ou NGC 2070, é visível pouco acima do centro da imagem e é o lar de um grande número de estrelas jovens e quentes. A luz altamente energética destas estrelas ioniza continuamente o gás da nebulosa, enquanto que o seu vento de partículas passa por entre as bolhas de gás, o que permite criar os longos e intrincados filamentos visíveis. Esta nebulosa é uma das maiores regiões de formação de estrelas conhecidas.
Fonte (recomendo que transfiram a imagem com a máxima resolução, mas com 3 MB, para poderem ver tudo em detalhe)
Mais informação sobre a imagem:
This mosaic of the Tarantula Nebula consists of images from the NASA/ESA Hubble Space Telescope's Wide Field and Planetary Camera 2 (WFPC2) and was created by 23 year old amateur astronomer Danny LaCrue. The image was constructed by 15 individual exposures taken through three narrow-band filters allowing light from ionised oxygen (501 nm, shown as blue), hydrogen-alpha (656 nm, shown as green) and ionised sulphur (672 nm, shown as red). The exposure time for the individual WFPC2 images vary between 800 and 2800 seconds in each filter. The Hubble data have been superimposed onto images taken through matching narrow-band filters with the European Southern Observatory's New Technology Telescope at the La Silla Observatory, Chile. Additional image processing was done by the Hubble European Space Agency Information Centre. Fonte
7 de abril de 2009
Is there anybody out there?
(Dr Chris Fluke, Centre for Astrophysics and Supercomputing, Swinburne University of Technology)
Esta imagem mostra-nos as 100 mil galáxias mais próximas de nós. São os nossos vizinhos. Cada um dos ponto representa uma galáxia, e a nossa, a Via Láctea, está no centro da imagem. Este é o mapa mais preciso do universo que nos rodeia. Fontes: [1] e [2]
Olhe atentamente para esta imagem que representa uma pequeníssima porção do Universo, considere depois que cada galáxia terá em média 100 mil milhões de estrelas (1011) – para ter uma ideia do número, se contasse uma dessas estrelas por segundo, sem parar, demoraria cerca de 3200 anos. A pergunta que aqui deixo é: será possível que não exista “ninguém” para além de nós?
6 de dezembro de 2008
Estrelas massivas na nebulosa Carina e um pormenor da nossa estrelinha
Na imagem (captada pelo Hubble) vemos, com extraordinário detalhe, parte da nebulosa Carina que está a cerca de 7500 anos luz de nós.Quão massivas podem ser as estrelas? Estrelas grandes e pesadas têm vidas curtas e violentas que podem afectar profundamente o seu meio. Isolar uma estrela massiva pode ser problemático dado que aquilo que parece uma única estrela pode ser, na realidade, várias estrelas juntas. A estrela mais brilhante da imagem parece ter cerca de 50 vezes a massa do nosso Sol. Fonte
Em cada um das estrelas que podemos ver na imagem anterior, estão a ocorrer reacções nucleares que possibilitam a libertação de quantidades extraordinárias de energia. A sua superfície, se a pudéssemos ver da Terra, não seria diferente desta, do nosso Sol.
A mancha solar da imagem tem cerca de 12000 km. A nossa Terra cabe lá. Os filamentos têm milhares de quilómetros de comprimento mas "apenas" 100 quilómetros de largura. Fonte13 de novembro de 2008
Exoplanetas: Planetas extrasolares visíveis pela primeira vez (Formalhaut - Sistema planetário HR8799)
Pela primeira vez astrónomos conseguiram fotografar planetas fora do nosso sistema planetário. Os três planetas gigantes orbitam a estrela HR8799, têm cerca de 10 , 9 e 6 vezes a massa de Júpiter e situam-se a distâncias de 24, 37 e 67 unidades astronómicas da estrela, respectivamente. Na foto em luz visível do planeta Fomalhaut b, a estrela não é visível, mas apenas a nuvem de poeiras iluminada, porque o Hubble tem um “coronógrafo” que bloqueia a sua luz.
"“Ia tendo um enfarte”, diz Paul Kalas, da Universidade da Califórnia, em comunicado. “É uma experiência profunda e avassaladora poisar os olhos num planeta nunca antes visto.” Com a sua equipa, Kalas fotografou, com a luz visível, um planeta que gira em torno da estrela Fomalhaut (que em árabe significa “boca da baleia”), situada a 25 anos-luz da Terra, na constelação de Piscis Austrinus I (Peixe Austral).
Foi no fim de Maio quando, depois de anos de trabalho, os cientistas confirmaram que não se tratava de uma mera ilusão de óptica – e que o planeta Formalhaut b gira efectivamente em torno da estrela-mãe – que Kalas ia tendo um ataque, tal foi a emoção que sentiu ao ver algo de quase inimaginável até aí. A estrela que andava a observar há 15 anos, desde os seus dias de estudante universitário, tinha acabado de lhe dar a surpresa da sua vida." Ler mais no Público online
"Telescópios terrestres obtiveram pela primeira vez imagens ópticas de planetas à volta de outra estrela. Até o super-telescópio Hubble descobriu um planeta, o primeiro exoplaneta encontrado apenas com buscas visuais, informa a agência Reuters.Um conjunto de imagens mostra três planetas gigantes à volta da estrela HR8799, da constelação de Pégaso, a cerca de 130 anos-luz da Terra. Estes planetas têm várias vezes a massa de Júpiter.
«Finalmente temos uma imagem real de um sistema inteiro», disse Bruce Macintosh, astrofísico do Laboratório Nacional Lawrence Livermore, da Califórnia, integrante da equipa responsável pelas observações. «Trata-se de um marco na pesquisa e caracterização dos sistemas planetários à volta das estrelas», acrescentou.
Esta revelação foi publicada na revista Science, sendo que os astrónomos disseram ter usado os telescópios Keck e Gemini (Havai) para tirar as fotos. Parecem meros borrões, mas os astrónomos têm certeza de que são planetas.
Num outro estudo, Paul Kalas e a sua equipa, da Universidade da Califórnia (Berkeley), usaram o Hubble para localizar um planeta que baptizaram de Fomalhaut b, em torno da estrela Fomalhaut, que fica a 25 anos-luz, na constelação de Piscis Australis (Peixe Austral). Nenhum desses planetas pode ter vida, pois são grandes, quentes e distantes demais do seu sol. Mas, se há planetas como Júpiter, nada impede que haja também pequenos planetas rochosos, como a Terra e Marte, teoricamente capazes de abrigar vida, mas que são muito mais difíceis de visualizar." Ler mais no Portugal Diário
Ler mais: Planetas Extrasolares Visíveis!!!
31 de outubro de 2008
Planetas e estrelas representados à escala
29 de outubro de 2008
Informação recebida do Observatório Astronómico de Lisboa
Observatório Astronómico de LisboaCentro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa
Faculdade de Ciências da Universidade de LisboaO Observatório Astronómico de Lisboa (OAL) promove Palestras públicas mensais que têm lugar no Edifício Central, pelas 21h30 da última sexta-feira de cada mês.
A próxima sessão decorrerá no dia 31 de Outubro e terá como tema: "À procura de outros planetas: quantas terras existem na nossa Galáxia?", Doutor Nuno Santos. CAUP
Nesta palestra vamos rever alguns dos principais resultados da procura e estudo de planetas extra-solares. Partindo dos resultados observacionais, complementados com estudos teóricos, vamos em seguida tentar perceber quantas estrelas de tipo solar têm planetas de tipo terrestre em órbita. A partir daí podemos estimar grosseiramente o número de planetas que orbitam estrelas da nossa galáxia e que podem ter desenvolvido vida.VIDEODIFUSÃO DA PALESTRA PÚBLICAComo vem sendo hábito anunciamos que o OAL fará a transmissão da sua Palestra Mensal através da Internet. No dia 31 de Outubro a partir das 21h30 visite o seguinte endereço: http://live.fccn.pt/oal/
No final de cada palestra, e caso o estado do tempo o permita, fazem-se observações dos corpos celestes com telescópio. Convida-se o público a trazer os seus binóculos ou mesmo pequenos telescópios caso queiram realizar as suas próprias observações ou ser ajudados com o seu funcionamento. Para mais informações use o telefone 213616730, ou consulte: http://www.oal.ul.pt/palestras
16 de outubro de 2008
Descoberto planeta tão quente como algumas estrelas
"Uma bola gigante a escaldar e a alta velocidade. Umaequipa de astrónomos europeus descobriu um planeta que já bateu os recordes de temperatura e velocidade. Segundo a revista “New Scientist”, o WASP-12b é tão quente (2250 graus Celsius) como algumas estrelas e só demora um dia a completar a sua órbita. O “novo” exoplaneta tem uma massa 1,8 vezes maior do que a de Júpiter e está a uma distância bastante curta da sua estrela, o que explica a razão pela qual é tão quente. No entanto, este mesmo facto foi uma surpresa para a equipa de cientistas que descobriu o “novo” corpo, porque desafia os modelos de cálculo da proximidade dos planetas às suas “estrelas-mãe”." Continuação da notícia no Público
28 de setembro de 2008
NASA Images
Este sítio da NASA é um arquivo em constante crescimento de imagens, vídeos e sons que fazem parte da história desta agência.
Com este recurso será quase impossível não encontrar uma imagem ou vídeo para ilustrar um qualquer assunto relacionado com astronomia.
Explore e deslumbre-se com as imagens.
Alguns exemplos:

















