30 de janeiro de 2015
Simulações para o estudo de circuitos eléctricos e lei de Ohm
Pode utilizar as ligações que se seguem para descarregar as simulações para uso offline, mas clicando nas imagens abaixo pode corrê-las desde que tenha ligação à net.
24 de novembro de 2014
Simulação para o estudo da impulsão
Aqui está a ligação para descarregar a simulação para poder usá-la offline, mas clicando na imagem abaixo pode correr a simulação desde que tenha ligação à net.
É necessário ter o Java instalado no seu computador.
22 de setembro de 2014
Movimento numa dimensão e gráficos posição, velocidade e aceleração tempo
20 de novembro de 2013
Simulações para estudo da cor, lentes e defeitos de visão
16 de outubro de 2010
Expressão para determinar a aceleração da gravidade em função da latitude e altitude do lugar
Durante uma actividade laboratorial foi necessário saber qual o valor da aceleração da gravidade na latitude em que nos encontrávamos. Como na altura não tínhamos meio de o saber, utilizámos o valor de 9,8 m/s2.
Pedi para os alunos procurarem confirmação para o valor. Alguns talvez tenham encontrado algo parecido a isto:![]()
Nesta expressão, φ representa a latitude do lugar. Caso queira introduzi-la directamente numa folha de cálculo, pode copiar e adaptar isto: =9,78049*(1+0,0052884*(SEN(latitude))^2-0,0000059*(SEN(2*latitude))^2)
Caso também pretenda corrigir para a altitude do lugar, utiliza-se seguidamente a expressão: ![]()
Na tabela seguinte estão alguns exemplos obtidos através das expressões anteriores.
Esta informação foi retirada daqui, onde também pode encontrar algumas deduções interessantes relacionadas com a Lei da atracção gravitacional de Newton.
14 de outubro de 2010
Apresentação sobre medição em Química e Física
Encontrei aqui no seu sítio de apoio às aulas de Física e Química uma apresentação que a professora Marília Peres produziu como apoio à actividade laboratorial 1.1 (FQ-10ºano).
Tem como título Medição em Química, mas claro que a informação que contém também é válida para a Física. Nele pode encontrar informação relativa à obtenção e tratamento de medições experimentais, algarismos significativos, unidades e notação científica, erros, diferença entre precisão e exactidão, média, desvios e incertezas.
Utilizei o serviço Slideshare para criar a apresentação do PDF que está na ligação que anterior indiquei. Para ver a apresentação em formato maior seleccione a opção view fullscreen no menu do canto inferior esquerdo.
8 de julho de 2010
O protão poderá ser mais pequeno do que se pensava
“Das três uma: ou a teoria está incompleta e há qualquer coisa que ela não consegue prever; ou os cálculos estão errados; ou o valor de uma das constantes mais bem conhecidas da física está errado”, diz-nos pelo telefone Joaquim Santos, da Universidade de Coimbra. A teoria de que fala é a Electrodinâmica Quântica, ou QED, um dos pilares da física, que descreve as interacções entre a luz e a matéria e é uma das mais bem sucedidas na previsão das propriedades dos átomos. Os cálculos de que fala são aqueles que, a partir dessa teoria, permitem calcular o tamanho (o raio) do protão, um dos constituintes de base dos átomos. A constante de que fala é uma constante física fundamental, chamada constante de Rydberg e cujo valor também está ligado ao tamanho do protão. (…)
Por que é que uma destas três coisas poderá ter um problema? Porque uma equipa internacional de cientistas, entre os quais a de Joaquim Santos (onde se incluem também investigadores da Universidade de Aveiro) publica hoje na revista “Nature” um resultado que mostra que o protão poderá ser mais pequeno do que se pensava.
Hoje em dia, o raio do protão é conhecido com uma precisão de apenas um por cento, principalmente através da espectroscopia feita ao átomo de hidrogénio (que não é senão um protão com um electrão à volta). E o que os 32 investigadores da equipa – do Instituto Max Planck, na Alemanha; do Instituto Paul Scherrer e do ETH Zurique, ambos na Suíça; do Laboratório Kastler Brossel em Paris; dos EUA e de Taiwan; e de Coimbra e Aveiro – pretendiam era aumentar essa precisão de um por cento para um por mil, acrescentando mais uma casa decimal ao valor oficial em vigor, que é de 0,8768 femtometros (milésimos de bilionésimo de metro). “Precisávamos de melhorar a precisão porque [as previsões] da teoria QED estão limitadas pela precisão do raio do protão”, explica Joaquim Santos. Só que, quando o mediram, o valor que obtiveram estava vários pontos percentuais abaixo do previsto. O novo valor, obtido através de um dispositivo experimental novo e muito sofisticado, é de 0,84184 femtometros – ou seja, cerca de quatro por cento mais pequeno. (…) Pode continuar a ler no Público
Consultei a página da nature e encontrei mais alguma informação sobre o assunto. Apesar de saber que é complicada, não resisti a apresenta as imagens que acompanham o artigo pois permitem um pequeno vislumbre daquilo que está por detrás de uma (eventual) descoberta científica.
Figure 1: Energy levels, cascade and experimental principle in muonic hydrogen.
a, About 99% of the muons proceed directly to the 1S ground state during the muonic cascade, emitting ‘prompt’ K-series X-rays (blue). 1% remain in the metastable 2S state (red).
b, The μp(2S) atoms are illuminated by a laser pulse (green) at ‘delayed’ times. If the laser is on resonance, delayed Kα X-rays are observed (red).
c, Vacuum polarization dominates the Lamb shift in μp. The proton's finite size effect on the 2S state is large. The green arrow indicates the observed laser transition at λ = 6 μm.
Figure 2: Muon beam.
Muons (blue) entering the final stage of the muon beam line pass two stacks of ultra-thin carbon foils (S1, S2). The released electrons (red) are separated from the slower muons by E×B drift in an electric field E applied perpendicularly to the B = 5 T magnetic field and are detected in plastic scintillators read out by photomultiplier tubes (PM1–3). The muon stop volume is evenly illuminated by the laser light using a multipass cavity.
Figure 3: Laser system.
The c.w. light of the Ti:sapphire (Ti:Sa) ring laser (top right) is used to seed the pulsed Ti:sapphire oscillator (‘osc.’; middle). A detected muon triggers the Yb:YAG thin-disk lasers (top left). After second harmonic generation (SHG), this light pumps the pulsed Ti:Sa oscillator and amplifier (‘amp.’; middle) which emits 5 ns short pulses at the wavelength given by the c.w. Ti:Sa laser. These short pulses are shifted to the required λ ≈ 6 µm via three sequential Stokes shifts in the Raman cell (bottom). The c.w. Ti:Sa is permanently locked to a I2/Cs calibrated Fabry-Perot reference cavity (FP). Frequency calibration is always performed at λ = 6 µm using H2O absorption. See Online Methods for details.
Figure 4: Summed X-ray time spectra.
Spectra were recorded on resonance (a) and off resonance (b). The laser light illuminates the muonic atoms in the laser time window t ∈ [0.887, 0.962] µs indicated in red. The ‘prompt’ X-rays are marked in blue (see text and Fig. 1). Inset, plots showing complete data; total number of events are shown.
Figure 5: Resonance.
Filled blue circles, number of events in the laser time window normalized to the number of ‘prompt’ events as a function of the laser frequency. The fit (red) is a Lorentzian on top of a flat background, and gives a χ2/d.f. of 28.1/28. The predictions for the line position using the proton radius from CODATA3 or electron scattering1, 2 are indicated (yellow data points, top left). Our result is also shown (‘our value’). All error bars are the ±1 s.d. regions. One of the calibration measurements using water absorption is also shown (black filled circles, green line).
22 de abril de 2010
NASA revela novas imagens do Sol
A NASA revelou as primeiras imagens do Sol captadas pelo Solar Dynamics Observatory (SDO), lançado para o espaço no passado dia 11 de Fevereiro. O SDO consegue captar imagens com uma qualidade dez vezes superior a uma televisão de alta definição e poderá esclarecer os especialistas sobre os efeitos solares no clima da Terra. Fonte
15 de abril de 2010
Estudo do movimento: delta v = 0
Este é o segundo vídeo da popular série MythBusters do Discovery Channel que publico. O primeiro está aqui: Estudo do movimento: Qual cai primeiro, uma bala disparada na horizontal ou uma bala largada da mesma altura?
Desta vez os apresentadores propuseram-se verificar experimentalmente o que acontece quando de um carro que viaja a 60 mph é disparada uma bola também a 60 mph , mas em sentido contrário. Vejam o vídeo para terem a resposta.
Claro que isto não é nenhum mito. A dificuldade está em conseguir as condições certas para que a experiência seja bem sucedida.
Já tinha publicado outro post sobre o mesmo assunto. Pode lê-lo aqui: Aceleração e variação de velocidade.
29 de março de 2010
O Pavilhão do Conhecimento em directo com o CERN
Comunicado da Ciência Viva:
Física (quase) à velocidade da luz
O Pavilhão do Conhecimento em directo com o CERN entre as 7:30 e as 17:30Caros amigos,
Amanhã, Terça-feira, dia 30 de Março, o CERN (Laboratório Europeu de Física de Partículas) vai testar em condições reais o maior acelerador de partículas do mundo: o LHC.Os feixes irão circular em sentidos contrários, de forma a fazer colidir as partículas em locais específicos. Dessas colisões resultará a maior concentração de energia jamais alcançada pelo Homem.
O Pavilhão do Conhecimento-Ciência Viva estará em ligação permanente com o Centro de Controlo do CERN para transmissão em directo dos testes do LHC.
No auditório, presencialmente, físicos portugueses de altas energias irão comentar a transmissão ao longo do dia. Gaspar Barreira (LIP), Jorge Romão e Gustavo Castelo Branco (Centro de Física Teórica de Partículas, IST), Augusto Barroso (Centro de Física Teórica e Computacional, UL) e Jorge Dias de Deus (CENTRA, IST) são alguns dos físicos que responderam ao desafio de nos ajudar a compreender a importância destes testes e das experiências previstas no LHC para o nosso conhecimento da Física e do Universo.
Os investigadores Ana Henriques (CERN) e André David (LIP) participam por videoconferência a partir do CERN.O LHC é constituído por um anel de 27 quilómetros de circunferência na fronteira franco-suíça, a 100 m de profundidade, refrigerado à temperatura de -271,4 ºC, muito próximo do zero absoluto. Em laboratórios subterrâneos ao longo deste anel estão instalados quatro grandes conjuntos de detectores (ALICE, ATLAS, CMS e LHCb), onde vão ocorrer colisões entre protões deslocando-se a uma velocidade muito próxima da velocidade da luz no vácuo, cerca de 300.000 quilómetros por segundo.
Em todo o mundo os físicos aguardam com expectativa os resultados dos testes para poderem dar início às suas experiências. O caso não é para menos, pois espera-se com o LHC tentar recriar as condições de temperatura e densidade de energia existentes no início do Universo, há cerca de 13,7 mil milhões de anos.
Para além do conhecimento, que poderemos alcançar com estas experiências? Os físicos respondem.Participe na sessão no auditório do Pavilhão do Conhecimento ou assista à transmissão em directo através da Ciência Viva TV (http://www.cvtv.pt) a partir das 07h30m da manhã.
Programa completo na página web da Ciência Viva. (www.cienciaviva.pt)
Também aqui fica a ligação para a notícia no Público.
1 de março de 2010
De que é feito o mundo: as partículas e as suas interacções
As partículas fundamentais e as suas interacções
Este conjunto de imagens foi encontrado aqui.
Para que possa ver a seguinte imagem com todo o detalhe clique sobre ela.
As imagens que se seguem são porções da imagem anterior.
O Modelo Padrão da Física de Partículas
Este vídeo que retirei do post O Modelo Padrão, do blogue Vídeos para o Ensino da Física e da Química, contém uma breve introdução à evolução da física das partículas no século XX e mostra o desenvolvimento do modelo padrão que unifica as interacções electromagnética, fraca e forte.
Recursos úteis para o estudo do modelo padrão da física de partículas:
- Hands-on-CERN (será utilizado nas actividades da Masterclass de Física de Partículas)
- LHC: À Procura da Partícula de Higgs (1 de 3)
- LHC: À Procura da Partícula de Higgs (2 de 3)
- LHC: À Procura da Partícula de Higgs (3 de 3)
- Modelo Padrão
- "Supercolisionador do CERN" por Brian Cox
- Modelo Padrão na Wikipedia (em inglês, mais completo)
- O Modelo Padrão da Física de Partículas (PDF) [ligação alternativa] de onde retirei a seguinte imagem
Agenda: Masterclass em Física de Partículas
Na próxima 4ª feira, dia 3 de Março terá lugar mais uma sessão do programa Hands on Particle Physics - International Masterclasses for High School Students e que decorre entre 15.02.10 e 05.03.10. Em cada dia participam até 6 de 90 instituições de 23 países.
Página do LIP com mais informação.
Sala 3.13, Complexo Pedagógico da FCT, Campus de Gambelas, Universidade do Algarve
09:00 Recepção
09:15 Astronomia das ondas gravitacionais: uma nova janela sobre o Universo, Paulo Seara de Sá, CENTRA, Departamento de Física, Universidade do Algarve
10:00 Física de Partículas: o Modelo Padrão e mais, Robertus Potting, CENTRA, Departamento de Física, Universidade do Algarve
10:50 Intervalo para café
11:10 Fotografando a passagem das partículas....Pedro Abreu, LIP, Instituto Superior Técnico, Lisboa
12:00 - 13:00 Almoço na Cantina do Campus de Gambelas
Sala 1.63, Ed. I da FCT, Campus de Gambelas, Universidade do Algarve
13:15 - 15:15 Medir as razões de fraccionamento para o bosão Z
13:15 Introdução
13:30 Os alunos trabalham em pares no PC
14:30 Combinação, Discussão e Interpretação dos Resultados
Sala 0.05, Ed. I da FCT, Campus de Gambelas, Universidade do Algarve
15:00 - 15:30 Intervalo para café
15:30 - 17:30 International Video Conference in English
Partilhar as experiências com participantes internationais de Lodz, Geneva/CERN, London and Riverside.
Combinação dos resultados da medição dos Z
Quiz com prémios
Discussão com investigadores do LEP
17:30 FIM
4 de fevereiro de 2010
Laboratório de electromagnetismo: Simulação.
Esta simulação do PhET com o nome Laboratório electromagnético de Faraday é bastante interessante para o ensino e estudo do electromagnetismo. Nas imagens abaixo apresento os vários módulos que contém.
Pode aceder à simulação aqui, ou descarregá-la para o seu computador.
Atenção: Necessita de ter JAVA instalado. Pode obtê-lo aqui.
- Estudo do campo magnético criado por um íman de barra
- Indução de corrente eléctrica num solenóide
![]()
- Indução de um campo magnético através da passagem de corrente AC ou DC num solenóide
- Transformador
- Gerador
31 de janeiro de 2010
Fluxo magnético e corrente eléctrica induzida
Nesta demonstração produzida pelo MIT TechTV, uma bobina é ligada a um rádio e outra é ligada a um altifalante. As duas bobinas não estão ligadas entre si.
O sinal do rádio é transmitido através do campo magnético induzido criado pela corrente nas espiras da bobina da esquerda. Este sinal é apenas recebido quando existe fluxo magnético através da bobina da direita e, portanto, nenhum som é ouvido quando as bobinas estão posicionadas perpendicularmente entre si.
É também possível observar que a aproximação das duas bobinas conduz a um aumento da intensidade do som pois é maior a força electromotriz induzida (e consequente corrente eléctrica induzida) devido ao aumento do fluxo magnético na bobina da direita. Fonte.
Estudo da reflexão e refracção com o auxílio de animações
Estas duas animações interactivas são bastante úteis para o estudo dos fenómenos da reflexão e refracção.
- Reflexão
- Refracção
Aplicação da Lei de Snell, também conhecida por Snell-Descartes ou lei da refracção, pode ser enunciada de várias formas.
Na animação anterior ao clicar em Outro tem a opção de inverter o sentido da luz incidente e, dessa forma, estudar o fenómeno de reflexão total.
Mais animações úteis em vários campos da Física podem ser encontradas aqui.
28 de janeiro de 2010
Campo electromagnético gerado por uma carga oscilante
Esta animação permite visualizar o campo eléctrico e magnético criado por uma carga eléctrica oscilante. Gera-se desta forma uma onda electromagnética que se auto propaga, visto que a variação do campo eléctrico induz um campo magnético que, ao variar, induz um campo eléctrico. Há uma auto-sustentação dos dois campos.
A sua existência foi postulada por James Clerk Maxwell e confirmada experimentalmente por Heinrich Hertz.
30 de novembro de 2009
Despreze o atrito e a resistência do ar
Ausência de atrito e de resistência do ar (plenamente atingida no vácuo): é isto que vem dito em muitos exercícios de Física. Mas, e se um físico tivesse mesmo que se deparar com estas condições?











