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30 de setembro de 2015

Vídeo muito interessante sobre o nosso lugar no Universo

Este vídeo foi utilizado este ano nas aulas do 7º ano e os alunos gostaram bastante.

Após a sua visualização pode deixar na caixa de comentários a sua opinião sobre a existência de vida noutros planetas.

6 de dezembro de 2008

Estrelas massivas na nebulosa Carina e um pormenor da nossa estrelinha

Na imagem (captada pelo Hubble) vemos, com extraordinário detalhe, parte da nebulosa Carina que está a cerca de 7500 anos luz de nós.

Quão massivas podem ser as estrelas? Estrelas grandes e pesadas têm vidas curtas e violentas que podem afectar profundamente o seu meio. Isolar uma estrela massiva pode ser problemático dado que aquilo que parece uma única estrela pode ser, na realidade, várias estrelas juntas. A estrela mais brilhante da imagem parece ter cerca de 50 vezes a massa do nosso Sol. Fonte

Em cada um das estrelas que podemos ver na imagem anterior, estão a ocorrer reacções nucleares que possibilitam a libertação de quantidades extraordinárias de energia. A sua superfície, se a pudéssemos ver da Terra, não seria diferente desta, do nosso Sol.
A mancha solar da imagem tem cerca de 12000 km. A nossa Terra cabe lá. Os filamentos têm milhares de quilómetros de comprimento mas "apenas" 100 quilómetros de largura. Fonte

13 de novembro de 2008

Exoplanetas: Planetas extrasolares visíveis pela primeira vez (Formalhaut - Sistema planetário HR8799)


Dia histórico!

Pela primeira vez astrónomos conseguiram fotografar planetas fora do nosso sistema planetário. Os três planetas gigantes orbitam a estrela HR8799, têm cerca de 10 , 9 e 6 vezes a massa de Júpiter e situam-se a distâncias de 24, 37 e 67 unidades astronómicas da estrela, respectivamente. Na foto em luz visível do planeta Fomalhaut b, a estrela não é visível, mas apenas a nuvem de poeiras iluminada, porque o Hubble tem um “coronógrafo” que bloqueia a sua luz.

"“Ia tendo um enfarte”, diz Paul Kalas, da Universidade da Califórnia, em comunicado. “É uma experiência profunda e avassaladora poisar os olhos num planeta nunca antes visto.” Com a sua equipa, Kalas fotografou, com a luz visível, um planeta que gira em torno da estrela Fomalhaut (que em árabe significa “boca da baleia”), situada a 25 anos-luz da Terra, na constelação de Piscis Austrinus I (Peixe Austral).

Foi no fim de Maio quando, depois de anos de trabalho, os cientistas confirmaram que não se tratava de uma mera ilusão de óptica – e que o planeta Formalhaut b gira efectivamente em torno da estrela-mãe – que Kalas ia tendo um ataque, tal foi a emoção que sentiu ao ver algo de quase inimaginável até aí. A estrela que andava a observar há 15 anos, desde os seus dias de estudante universitário, tinha acabado de lhe dar a surpresa da sua vida." Ler mais no Público online

"Telescópios terrestres obtiveram pela primeira vez imagens ópticas de planetas à volta de outra estrela. Até o super-telescópio Hubble descobriu um planeta, o primeiro exoplaneta encontrado apenas com buscas visuais, informa a agência Reuters.
Um conjunto de imagens mostra três planetas gigantes à volta da estrela HR8799, da constelação de Pégaso, a cerca de 130 anos-luz da Terra. Estes planetas têm várias vezes a massa de Júpiter.
«Finalmente temos uma imagem real de um sistema inteiro», disse Bruce Macintosh, astrofísico do Laboratório Nacional Lawrence Livermore, da Califórnia, integrante da equipa responsável pelas observações. «Trata-se de um marco na pesquisa e caracterização dos sistemas planetários à volta das estrelas», acrescentou.
Esta revelação foi publicada na revista Science, sendo que os astrónomos disseram ter usado os telescópios Keck e Gemini (Havai) para tirar as fotos. Parecem meros borrões, mas os astrónomos têm certeza de que são planetas.
Num outro estudo, Paul Kalas e a sua equipa, da Universidade da Califórnia (Berkeley), usaram o Hubble para localizar um planeta que baptizaram de Fomalhaut b, em torno da estrela Fomalhaut, que fica a 25 anos-luz, na constelação de Piscis Australis (Peixe Austral). Nenhum desses planetas pode ter vida, pois são grandes, quentes e distantes demais do seu sol. Mas, se há planetas como Júpiter, nada impede que haja também pequenos planetas rochosos, como a Terra e Marte, teoricamente capazes de abrigar vida, mas que são muito mais difíceis de visualizar." Ler mais no Portugal Diário

Ler mais: Planetas Extrasolares Visíveis!!!

28 de agosto de 2008

Hubble Deep Field

O original tem melhor qualidade mas não tem as legendas que, apesar de estarem em português do Brasil, ajudam quem tiver mais dificuldades com o inglês.


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