A seguinte curta-metragem tem o nome de Oxygen e pretende mostrar alguma propriedades deste elemento químico (e não só) de uma forma bem humorada.
É uma animação em 3D da autoria de Christopher Hendryx, que a produziu no Ringling College of Art + Design como tese para o departamento de Animação computacional.
Atenção aos pormenores. Recomendo mais do que uma visualização.
Encontrei aqui, no Peopleware, uma excelente dica para utilizar o Google Earth de forma a poder fazer uma visita guiada à Lua, tendo como guias o segundo homem na Lua – Buzz Aldrin e o astronauta da Apollo 17 Harrison Schmitt.
A versão 5 do Google Earth permite fazer uma visita virtual em três dimensões à Lua. Basta aceder ao modo Lua clicando no ícone de Saturno na barra de ferramentas.
Já estive a experimentar e é um recurso extraordinário. Pode-se passar horas a explorá-lo.
Aqui ficam algumas imagens:
As duas primeiras foram capturadas por mim e as duas últimas vieram do post do Peopleware que referi acima.
Pode obter aqui o Google Earth 5 (9.83MB). É gratuito e funciona em Windows, Mac e Linux.
Faz hoje 40 anos que pela primeira vez um ser humano pisou outro corpo celeste. As pegadas que os astronautas deixaram na Lua ainda lá se encontram, décadas depois, a 380 000 km de distância. A pegada da imagem não será da missão Apollo 11, mas isso não é relevante.
Visite esta página da NASA para ver uns vídeos que contam toda a história.
Espero mais tarde ter tempo para voltar a este assunto e também pretendo publicar algo para os que acreditam que tudo isto não passou da maior mentira do século.
Cartoon genial de Bill Amend (Foxtrot) mas que apenas será compreendido por quem souber algo sobre o espectro electromagnético (pode consultar estes posts, por exemplo). Encontrei-o aqui.
Até para compreender um livro de BD é preciso saber algo sobre ciência.
Na arena principal do RoboCup, as competições para equipas do ensino superior, a equipa CAMBADA, da Universidade de Aveiro, campeã mundial 2008 na Liga de Robots de Tamanho Médio, talvez a liga do futebol robótico mais significativa em termos científicos e de engenharia, conquistou este ano de novo um excelente resultado: um terceiro lugar na classificação geral. E, além disso, venceu um dos dois Desafios Técnicos: aquele que consistia em reconhecer a bola em jogo sem ser por meio de uma cor pré-determinada.
(…)
Entretanto, no RoboCup Júnior, onde concorrem alunos do ensino básico e secundário, é que a avalanche de prémios de topo assinala uma participação portuguesa notável. Continue a ler.
Também apresento dois pequenos vídeos (retirados daqui: robots humanóides a jogar futebol) que mostram bem os desafios que são colocados quando se pretende que um robot faça algo aparentemente tão simples para nós como caminhar, localizar um alvo, identificar os adversários e os jogadores da mesma equipa, orientar-se numa superfície e tomar decisões básicas. Colocar uma máquina a fazer isto é mesmo muito complicado, mas é ao mesmo tempo espantoso.
É importante ter presente que os robots não estão a ser comandados remotamente e, portanto, tomam as suas próprias decisões.
No entanto, este disco voador não era um OVNI (objecto voador não identificado) – ou UFO (unidentified flying object), em inglês – nem estiveram envolvidos extraterrestres.
O disco na foto anterior era a cápsula da Genesis que trazia amostras e que fazia parte da nave Genesis lançada em 2001 pela NASA com o objectivo de estudar o Sol.
A colisão (ver vídeo) a mais de 300 km/h não estava prevista e ocorreu porque o pára-quedas não abriu como previsto.
É pena não poder apresentar uma versão com resolução suficiente para se poder ler a legenda de cada uma das imagens, mas capta-se perfeitamente a ideia.
Recentemente publiquei um post - Chegou o Verão (ou o Inverno) - sobre a chegada do Verão e a razão da existência das estações do ano (recomendo que o siga para se contextualizar).
O afélio deste ano (ponto da órbita elíptica terrestre em que a Terra está mais afastada do Sol) ocorrerá amanhã, 4 de Julho. Veremos então o Sol com o seu menor tamanho aparente.
A APOD de hoje mostra-nos a diferença com que é possível observar o Sol no afélio e no periélio (ponto da órbita elíptica terrestre em que a Terra está mais perto do Sol).
Esta imagem é composta por duas fotografias do Sol tiradas com o mesmo telescópio e câmara, no periélio e afélio de 2008. Também nos mostra a distância em quilómetros a que a Terra está do Sol nessas datas.
De outra forma difícil de constatar, na imagem é clara a diferença entre o diâmetro aparente do Sol entre o afélio e o periélio: pouco mais de 3%.
O objectivo deste blogue é disponibilizar recursos que podem ser utilizados para enriquecer aulas de Físicae de Química, mas também servir para propor desafiose estimular a troca de ideias. É também um instrumento que o autor e os seus alunos utilizam como complemento dos manuais. São convidados a realizar comentários aos recursos apresentados. Autor: Rui Barqueiro.
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